Da torre ao trono: o que ocupa o seu coração enquanto você espera?

Discipular | publicado há 1 dia

Da torre ao trono: o que ocupa o seu coração enquanto você espera?

Amanhã, 31 de outubro, faz 509 anos que um monge agostiniano pregou 95 teses na porta de uma igreja em Wittenberg. Antes disso, Martinho Lutero tinha tropeçado numa frase de cinco palavras que mudou a vida dele e, depois, a história da igreja: “o justo viverá pela fé”. A frase está em Romanos e em Gálatas, mas Paulo a tirou de um profeta pequeno, de três capítulos, que passou o primeiro deles discutindo com Deus. No domingo, a IBB chegou exatamente a esse verso. De manhã, o Pr. Thiago Chabaribery pregou sobre Habacuque 2.1-4; à noite, o Pr. Edemilson Vieira fechou o capítulo com 2.18-20. As duas mensagens cabem numa imagem: de manhã, o profeta sobe à torre; à noite, a terra se cala diante do trono.

Três notícias e uma pergunta

O Pr. Thiago abriu o culto lendo três notícias: as chuvas que mataram quatro pessoas e atingiram mais de 21 mil no Paraná; um terremoto com 16 mortos na China; e os números da violência no Brasil, “40.775 mortes violentas intencionais em 2025, uma média de 110 por dia”. E perguntou: “quando você olha para tudo isso, qual é o sentimento do seu coração? Será que Deus está vendo? Por que tanta injustiça? Por que as pessoas inocentes sofrem?”

Eram as perguntas de Habacuque. Nas duas semanas anteriores da série, vimos o profeta clamar “até quando?” e receber uma resposta pior do que a pergunta: Deus levantaria os babilônios. Agora, no capítulo 2, Habacuque faz algo que o pastor destacou com cuidado: sem ter todas as respostas, ele sobe à torre de vigia e se coloca em posição de escuta. “Habacuque não estava perdendo a fé por não conhecer a Deus. Ele conhecia quem era Deus. A luta dele estava em compreender como o Deus em quem ele cria agia diante da realidade que ele enxergava.” E a pergunta virou para a igreja: “como o Deus a quem você confia a sua vida está agindo diante da realidade da sua vida?”


Pare para ouvir

As torres de vigia ficavam em lugares altos, e o vigia precisava de uma coisa: atenção. “Nenhum ruído, nenhuma distração.” O pastor fez a ponte: “assim como Habacuque estava diante da ameaça dos babilônios, nós também enfrentamos situações que despertam medo e insegurança. O problema é que muitas vezes damos mais atenção às ameaças do que à voz do Senhor. Ficamos mais preocupados com aquilo que pode acontecer e esquecemos de quem é o nosso Deus.” Daí a frase que mais circulou depois do culto: “nós não podemos permitir que o tamanho dos nossos problemas nos faça perder de vista a grandeza do nosso Deus”.

O livro do mês, A Essência da Fé, diz que “a torre de vigia é o lugar em que a alma aprende a não ser governada apenas pela urgência”. E quem não vive governado pela urgência? “Rotina frenética, falta tempo, precisamos resolver problemas, responder mensagens, e no meio de tantas urgências deixamos de lado o essencial: a nossa comunhão com Deus.” O diagnóstico do pastor é simples e desconfortável: “nós oramos, apresentamos os pedidos e rapidamente continuamos a vida. Somos muito bons em falar e esquecemos a disciplina de parar e escutar”. Qual foi a última vez que você parou para ouvir a voz de Deus antes de tomar uma decisão?

Marta e Maria entraram aqui. “Jesus não está condenando o serviço de Marta, mas fica claro que o essencial Maria estava desfrutando na presença dele. Podemos estar tão ocupados trabalhando, cuidando das nossas responsabilidades, e até mesmo servindo ao Senhor, mas negligenciando o nosso relacionamento com ele. Fazer coisas para Jesus é diferente de estar com Jesus.” Habacuque esperava uma resposta específica para o seu ofício de profeta; nós temos algo que ele não tinha: a revelação suprema de Deus em Jesus, a Palavra. “A resposta daquilo que eu e você precisamos já foi revelada, e muitas vezes insistimos em buscar em outros lugares. Talvez a nossa maior necessidade não seja aprender algo novo, mas voltar a ouvir aquilo que Cristo já nos ensinou.”


Aprenda a esperar

Habacuque ouve. E descobre que ouvir era só o começo: “não basta ouvir, agora tem que esperar. Esperar no Senhor é um grande desafio. Receber um sim é bom. Um não, dependendo da situação, já respondeu, pronto. Mas esperar… por quanto tempo? Um dia? Uma semana? Um mês? Um ano? Cinco anos?”

Deus responde ao profeta com duas ordens e uma promessa. Escreva a visão com clareza (“enquanto você espera a resposta, faça alguma coisa; continue, não pare”). Ela tem tempo determinado. E “se parecer que demora, espere, pois certamente acontecerá, não se atrasará”. Habacuque queria entender tudo o que Deus estava fazendo naquele momento; Deus mostra que os seus propósitos “envolviam acontecimentos que ainda iriam se desenvolver ao longo da história”.

Para explicar, o pastor contou um quebra-gelo do seu pequeno grupo. O Sérgio, que liderava, jogou 500 peças de quebra-cabeça na mesa: “vocês têm dez minutos para montar”. Sem mostrar a imagem. Todo mundo tentou pelos cantos, forçou peça que parecia caber, tirou, tentou de novo. Dez minutos depois, “não montamos nada, praticamente”. Aí ele mostrou a imagem. “A gente falou: uau, é isso! Mas o fato de ele ter mostrado a imagem não mudou nada, porque aquela imagem não se transformou automaticamente naquelas peças montadas. Existia um processo. Era necessário peça por peça ser colocada no lugar certo.” A aplicação: “a nossa percepção da história é limitada. Enxergamos acontecimentos isolados, enquanto Deus conhece toda a história. Conhecer a imagem final não significava montar todas as peças; Habacuque também precisava aprender a confiar no tempo de Deus”.

Quantas vezes achamos que Deus não está fazendo nada? “Eu oro e parece que a oração não passa do teto.” Existe um tempo. E, enquanto ele corre, Deus permanece fiel à sua palavra: “ele não é homem para mentir” (Números 23.19). Mas o pastor não deixou a espera virar passividade: “esperar em Deus não significa abandonar as nossas responsabilidades. Nós não jogamos a responsabilidade para Deus e falamos: agora resolva, eu vou ficar esperando aqui. Aquilo que está ao meu alcance, aonde as minhas mãos alcançam, eu vou fazer, eu vou correr. Mas a partir do momento onde só as mãos do Senhor alcançam, aí eu aprendo a esperar e confiar”. Continuamos orando, trabalhando, servindo. E lembramos que Deus é “um Deus que, enquanto dormimos, continua trabalhando”.


Permaneça pela fé

Então vem o verso de Lutero. “Olhe para os arrogantes, os perversos que em si mesmos confiam; o justo, porém, viverá por sua fidelidade a Deus” (2.4). O pastor chamou a atenção para o que Deus não faz ali: não explica cada etapa, não responde todas as inquietações. “Deus não presta conta para nós.” O que ele faz é mostrar como o justo deve viver enquanto enfrenta uma realidade que não compreende. “A nossa confiança não pode depender exclusivamente daquilo que conseguimos compreender. Se depender, nem todas as coisas vamos compreender, e vamos perder a oportunidade de viver experiências de fé. A nossa confiança precisa estar fundamentada no caráter de quem é o nosso Deus. Quem é o seu Deus?”

O verso apresenta dois modos de viver. O orgulhoso confia na própria força, no próprio poder, na própria capacidade; no livro, são os babilônios, mas “pensa na sua vida: a sua confiança está naquilo que você pode fazer? No cargo? Naquilo que você recebeu um dia de pessoas?”. O justo reconhece a dependência de Deus e permanece fiel à Palavra “mesmo quando as circunstâncias parecem contradizer aquilo que cremos”. A palavra hebraica do verso, emunah, é firmeza, fidelidade, perseverança. Na prática, três coisas: confiança (“quem está direcionando? É Deus? Eu confio”), fidelidade (obediência mesmo quando é difícil) e perseverança (permanecer quando a resposta demora).

E aqui o sermão ficou incômodo do jeito certo. A Essência da Fé define: “uma pessoa vive pela fé quando suas decisões cotidianas revelam que Deus é mais confiável do que seus impulsos”. O pastor traduziu: “falar que eu confio em Deus, mas as minhas decisões estão sendo impulsionadas pelo medo, não é confiar em Deus. Falar que eu confio em Deus e deixar que as decisões sejam a partir das inseguranças, não é confiar em Deus. Ou eu confio, ou eu não confio”. Isso não proíbe as perguntas; Habacuque pergunta desde o primeiro capítulo. Mas, como escreveu Bonhoeffer, “só quem crê obedece, e só quem obedece crê”. Não dá para dizer “Senhor, a minha vida é tua” e continuar carregando com as próprias mãos as áreas que a gente prefere controlar: “Senhor, eu entrego essa, eu entrego essa, mas essa aqui deixa que eu tenho o controle. Não adianta”. Tiago 2.17: a fé verdadeira produz frutos. “Se a tua vida com Deus está monótona, o problema não está em Deus.”

O pastor terminou com três compromissos para a semana: parar para ouvir, confiar enquanto espera e viver aquilo que crê. E contou a oração que faz todas as manhãs diante da própria agenda: “Senhor, essa aqui é a agenda que eu preparei. Qual é a agenda do Senhor para a minha vida? Tem algo diferente que não está aqui?”


À noite, quem governa o seu coração?

Entre os versos 4 e 18, Habacuque 2 lista cinco “ais” contra a Babilônia: ganância, segurança por meios injustos, violência, humilhação e, por fim, idolatria. O Pr. Edemilson Vieira leu o último (2.18-20): “de que vale uma imagem feita por um escultor? Ai daquele que diz à madeira: desperte! Está coberta de ouro e prata, mas não respira. Mas o Senhor está em seu santo templo; diante dele fique em silêncio toda a terra”. E abriu com a pergunta da noite: quem tem governado o seu coração?

“Nós vivemos uma geração que tem acesso a quase tudo, mas parece que perdeu a capacidade de descansar em um único Deus.” O pastor descreveu essa geração sem poupar ninguém: pesquisa em três inteligências artificiais diferentes, acumula três trabalhos, “quer ganhar mais”, tem dificuldade de ser fiel a um cônjuge, “e muitas vezes é pela falta de percepção de que podemos ter contentamento com algo que é simples, singular, mas maravilhoso”. Idolatria é isso: “preciso buscar mais um deus para aumentar a minha proteção, porque o meu Deus não é suficiente”. E hoje o ídolo nem precisa ser um objeto: “têm sido idolatradas muitas pessoas que trazem um evangelho mais conveniente, mais antropocêntrico do que cristocêntrico. Eu começo a seguir pessoas em vez de ir para a fonte da Palavra, e não verifico se o que a pessoa está falando está de acordo com a Palavra”.

Contra isso, o contraste do texto: “ídolos não têm vida, mas o nosso Deus está vivo. Impérios são passageiros, mas o nosso Deus permanece. O homem deseja controlar a história, mas Deus continua governando. O grande desafio da fé não é apenas reconhecer que Deus existe, mas permitir que ele ocupe o lugar que lhe pertence em nosso coração”.


Não transforme em ídolo aquilo que Deus colocou em suas mãos

O ídolo de Habacuque inverte a lógica da criação: “nós somos criatura de um Deus criador e fomos criados para adorá-lo; se eu aceito que um objeto formado por mãos humanas seja adorado, agora o criador do objeto adora a criatura”. Mas a idolatria não está presa a estátuas. “Um ídolo coberto de ouro e prata se torna um ídolo, mas também o dinheiro pode se tornar um ídolo.” O pastor contou de um casal de amigos da igreja: ele recebeu uma promoção, um lugar de destaque numa multinacional, “e aquele lugar de destaque se tornou um ídolo. Aquilo que era uma bênção se tornou uma maldição. Porque agora ele trabalhava muito, não tinha mais tempo para Deus, mas não tinha mais tempo também para a esposa. Ele agora era o trabalho”. Há pais que transformam filhos em ídolos. “A família é uma bênção, mas pode ocupar o lugar de Deus. O trabalho é digno, mas não deve definir o nosso valor.”

O teste é a paz: “quando o dinheiro determina a minha paz, ele começa a ocupar um lugar de Deus na minha vida, porque a paz é fruto do Espírito. Se a minha paz está naquilo que eu faço, no dinheiro, no reconhecimento; se eu confundo o meu reconhecimento com a minha identidade; eu distorço a essência da minha fé”. E a pergunta mais prática da noite: “quando você vai trabalhar na segunda-feira, quanto de Deus acompanha você? Porque Deus te deu um trabalho, sabe por quê? Ah, para ganhar dinheiro. Eu até ganho dinheiro com o trabalho, mas é mais do que isso. Eu vou trabalhar para glorificar Deus, para dar evidência do poder de Deus, para compartilhar do amor de Deus. E já que estou fazendo isso, aproveito e ganho até o salário no fim do mês”. Ter bens não é problema. “O duro é quando isso se torna um ídolo, e você atropela pessoas, princípios e valores para conquistar essa segurança.” Onde está o seu tesouro, aí estará o seu coração (Mateus 6.21).


Não confunda sucesso com aprovação de Deus

Os caldeus eram um sucesso: territórios, riquezas, cidades. Deus denunciou o que havia por trás (2.12-14): violência, injustiça, opressão, orgulho. “Esses deuses do poder, do dinheiro, são muito efêmeros. Aquilo que você coloca como seu deus não permanece.” O pastor lembrou Gamaliel: “se vem de Deus, não adianta brigar; se não vem de Deus, fique tranquilo, porque já vai passar. Todo movimento que não vem de Deus se dissipa. Aonde estão os grandes estadistas, os grandes governantes? Caíram no esquecimento. Mas o que fica: o nosso Deus, a sua Palavra, milhares de anos sendo poder de transformação. Por que eu vou confiar naquilo que é efêmero se tenho a fonte daquilo que é eterno?”

Daí a armadilha: “uma das maiores armadilhas espirituais é acreditar que, porque algo está funcionando, necessariamente está sendo aprovado por Deus. É possível crescer sem amadurecer. É possível conquistar sem obedecer. É possível alcançar reconhecimento público e estar espiritualmente distante de Deus. Isso vale para a vida profissional, familiar, financeira, ministerial”. Se o sucesso vira algo existencial, “que sem ele eu perco a minha identidade, alguma coisa está errada, e muito errada”.

O Pr. Edemilson, que foi militar por sete anos, contou do coronel do quartel: temido por todos, inspecionava o brilho do coturno e passava algodão na barba dos soldados para ver se enroscava um fio. “Muito poder, posição de destaque, muito bem-sucedido.” Anos depois, já fora do Exército, o pastor o encontrou no mercado: “barbudo, cabisbaixo, totalmente irreconhecível, em depressão. Ele se tornou um idólatra da sua posição profissional. E quando aquele ídolo se dissipou, ele perdeu a identidade.”

A conclusão do ponto virou a frase da semana: “precisamos avaliar as nossas conquistas com critérios mais profundos. Será que estamos crescendo mais em integridade do que em resultados? Será que estamos edificando a nossa família ou sacrificando o tempo de qualidade e os relacionamentos? Será que estamos trabalhando para glorificar a Deus ou para alimentar o nosso egocentrismo? Porque nem toda porta aberta significa aprovação divina, e nem todo resultado positivo significa fidelidade espiritual. O verdadeiro sucesso não é apenas chegar aonde você deseja, mas chegar sem perder aquilo que Deus deseja formar em você”. Não é um sermão contra o sucesso: “sejam bem-sucedidos; devemos buscar ser bem-sucedidos, mas com equilíbrio, sem negligenciar tempo com Deus, cônjuge, pais, irmãos, os relacionamentos significativos”. Marcos 8.36 fecha a conta: “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”.


Aprenda a descansar diante de um Deus que continua no trono

E chegamos ao verso 20. “Essa é uma das declarações mais poderosas do livro. Deus não afirma que os problemas desapareceram. Os caldeus continuavam sendo uma ameaça. A injustiça continuava ali. Habacuque ainda não compreendia tudo. Mas uma coisa permanecia absolutamente verdadeira: Deus estava no seu santo templo, governando sobre todas as coisas.”

O silêncio que o verso pede “não é um silêncio de desistência, de medo ou de indiferença, mas um silêncio de reverência”. E o pastor devolveu a igreja à manhã: “há momentos em que a fé nos leva a clamar, momentos em que nos leva a perguntar e momentos em que nos leva a esperar. Aonde você está nesse processo? Será que você tem clamado por uma intervenção sobrenatural? Será que tem questionado a Deus algo que busca há tanto tempo? Ou será que tem aprendido a descansar nesse lugar de espera de que fomos ministrados pela manhã?”

O que nos impede de descansar são os ruídos. De fora: “notícias, redes sociais, opiniões, cobranças; isso pode contaminar o nosso coração”. De dentro: “medo, ansiedade, ressentimento, necessidade de controle, preocupação com o futuro; isso pode destruir a nossa paz”. E o diagnóstico: “muitas vezes não conseguimos descansar porque acreditamos que precisamos compreender e controlar tudo”. A torre de vigia da manhã e o silêncio da noite pedem a mesma coisa: tirar o coração do barulho e colocá-lo diante do único “que nunca perde o controle da história”. “A presença de Deus não depende da nossa capacidade de compreender os seus caminhos. O Senhor continua no trono mesmo quando as circunstâncias parecem fora do controle. A fé madura não significa ter todas as respostas, mas aprender a descansar naquele que governa todas as coisas.” Salmo 46.10: “parem de lutar, saibam que eu sou Deus”.


Três perguntas e uma frase de cinco palavras

  • O Pr. Edemilson terminou com três perguntas para fazer diante de Deus: o que tem ocupado o lugar de Deus no meu coração? 
  • Que tipo de sucesso tenho perseguido, e a que custo? 
  • Qual preocupação preciso entregar ao Senhor para voltar a descansar nele? 


“A essência da fé é abandonar as falsas seguranças e aprender a confiar no único Deus. Quando os ídolos perdem o lugar que nunca deveriam ter ocupado, o coração encontra descanso naquele que nunca deixou o trono.”

Voltemos a Lutero. O que ele encontrou em “o justo viverá pela fé” foi exatamente o que os dois pastores pregaram: a vida do justo não é sustentada pelo que ele entende, nem pelo que ele controla, nem pelo que ele conquistou. É sustentada pela fidelidade de Deus. Habacuque subiu à torre sem respostas e desceu com uma frase. A terra inteira se cala diante do trono. E, entre a torre e o trono, a pergunta que fica para a semana: enquanto a resposta não vem, o que ocupa o seu coração?



As duas mensagens estão completas no canal da IBB no YouTube: “A fé que espera e permanece” (Pr. Thiago Chabaribery) e “Quando os ídolos se calam, Deus continua no trono” (Pr. Edemilson Vieira). O livro do mês, “A Essência da Fé: reflexões baseadas no livro de Habacuque” (L. Roberto Silvado e Antonio V. Kukul Filho), está na livraria da igreja. A série continua no próximo domingo, de manhã e à noite.

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