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Um Natal para refletir e estar sensível a voz de Deus

Igreja Viva | publicado há 1 mês

Vivia em Jerusalém um homem que amava a Deus e que aguardava o Messias.

Naquela época, tudo o que era possível saber de Cristo estava nas letras do Antigo Testamento.

Esse homem chamava-se Simeão, nome que significa: O Senhor ouviu.

Simeão, frequentemente, orava a Deus pedindo para que pudesse ver o Messias.

E o Senhor o ouviu.

O Espírito Santo lhe prometeu que, de maneira alguma, ele morreria sem antes conhecer o Messias, o Filho de Deus.

Não se sabe, em detalhes, como isso aconteceu - talvez, Simeão tenha orado após ler Miquéias 5.2:

“Mas tu, Belém-Efrata, embora sejas pequena entre

os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel.

Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos.”

Ou, até mesmo, ter meditado em Isaías 9. 6,7:

“Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.

Ele estenderá o seu domínio, e haverá paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, estabelecido e mantido com justiça e retidão, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isso.”

Não sabemos o texto exato já que, no Antigo Testamento, há tantas outras passagens que apontam para o Cristo.

O importante é que: em meio a sua vida normal, Simeão estava disposto a refletir sobre a Palavra de Deus e a ouvir a voz do Senhor. Sendo assim, aquilo que o Espírito Santo deixou claro, aconteceu.

Quando Jesus completou 40 dias de vida, José e Maria o levaram para ser apresentado no templo; e Simeão, mais uma vez, ouviu o Espírito. Dessa vez, Ele - o Espírito Santo - o direcionou para o templo onde Cristo estaria.

Ao chegar no templo, tudo parecia normal: famílias comuns fazendo seus rituais, seguindo as tradições; mas naquele dia ordinário, comum, algo extraordinário aconteceu:

Um bebê envolto em roupas simples, carregado por gente comum, dependente dos seus pais, choroso e pequeno era, o Salvador do mundo, o Redentor de Israel, aquele que veio para transformar toda a História.

Simeão viu o que antes não podia ser visto: o próprio Cristo, e o tomou no colo, cantou um hino de louvor a Deus e abençoou aquela família.

Hoje, a partir da Palavra de Deus, a Igreja tem um conhecimento muito mais amplo do que o de Simeão tinha naquela época, pois tem acesso a Bíblia completa, Velho e Novo Testamento – a ciência do início e do fim que há de vir.

Por isso, nesse Natal, celebramos não pensando somente em Jesus como um bebê em uma manjedoura; mas, também, como o Rei, o Messias, o Redentor do mundo, que nasceu carregando a esperança, pagou o preço de todos os nossos pecados; aquele que ressuscitou e em breve voltará.

Entenda como fazer desse Natal um tempo de reflexão e sensibilidade sob a perspectiva de Deus, assistindo as mensagens relacionadas ao tema, que estão disponíveis abaixo:

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