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Eu, tu, ele (a), NÓS – Ser igreja é melhor do que ser sozinho

Igreja Viva | publicado há 6 meses

Você consegue imaginar sua vida sem amigos? E sem sua família? Ou sem a igreja? Com certeza a sua resposta foi NÃO. E isto acontece porque Deus nos fez seres relacionais. Afinal, Ele é relacional.

Porém, é notório que estamos passando por dias confusos, onde o mundo como o conhecemos parece se tornar cada vez mais individualista e de relacionamentos superficiais. As pessoas não têm tempo para conversar, e quando o fazem geralmente é por meio de mensagens, chats ou outros aplicativos e ferramentas. O fato é que a sociedade está se tornando impessoal e fria.

Mas a Bíblia nos mostra que esta não é a vontade de Deus. E isto fica evidente em Atos 2.44–47, quando encontramos a descrição de hábitos que faziam parte do cotidiano daquela comunidade de fé, que culminou na estruturação e avanço da igreja, que deve ser o modelo a ser buscado em nossos dias. Manter-se unidos, ter as coisas em comum, reunir-se no pátio do templo, partir o pão, participar alegremente das refeições e louvar a Deus, eram atitudes rotineiras, que atraíram a simpatia do povo. E até hoje continuam atraindo. Pois por mais que haja uma tendência ao individualismo, ser NÓS, é muito melhor do que ser eu, tu, ele (a).

Foi na vivência do pastoreio mútuo, e no convívio compromissado e comprometido com o outro, que o Senhor se manifestou e diariamente acrescentou àquele grupo, os que iam sendo salvos. E quando trazemos esta dinâmica para nosso cotidiano, e a apresentamos aos que ainda não conhecem nosso “jeitão” de ser, provamos do mesmo acréscimo em nossos PGMs e igreja. 

Você consegue imaginar a transformação que ocorreria em nossa sociedade se mais pessoas tivessem o privilégio de ser “nós”, que começou na igreja primitiva e que perpassa os séculos? Consegue vislumbrar os benefícios que provaríamos em todas as estruturas que conhecemos, se os valores do Reino fossem aplicados em todas as esferas? Com certeza viveríamos de maneira mais justa e amável. 

A questão é que muitas pessoas ainda não provaram do privilégio de ser igreja, corpo de Cristo, família de Deus, e por isso se permitem viver de forma solitária e individualista. Mas eu e você, que vivemos a bênção de cuidar e ser cuidado, podemos mudar este panorama. Como? Orando pelas pessoas que queremos que venham conhecer nossa família de fé, testemunhando do que o Senhor tem feito em nosso meio, e convidando-as para nosso PGM. O resto é com o Senhor. Afinal, quando replicamos o que os primeiros cristãos viveram, Ele continua trazendo os que são salvos. 


 

Por: Pr. Edu Arantes


 

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